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- Combate a fogos reforçado: mais de 13 mil operacionais e 78 meios aéreos
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Autor: Sérgio Cipriano
Natural de Gouveia, é licenciado em Comunicação Multimédia. Empresário na área das Tecnologias de Informação, onde atua como programador web e consultor liderando projetos de inovação digital. Em 2004 fundou a Associação Amigos BombeirosDistritoGuarda.com e dirige o portal www.bombeiros.pt. Ligado aos Bombeiros de Gouveia desde os 13 anos, é bombeiro de carreira no posto de Subchefe, acumulando atualmente as funções de 2.º Comandante do Corpo de Bombeiros.
Tenho 54 anos, a primeira vez que ouvi falar de fogos foi em 1985. Quarenta anos depois a minha biografia carrega serviço nos bombeiros voluntários, no Estado e no Serviço Nacional de Bombeiros que a estultícia extinguiu e de repórter. Já vi tudo, causa-me espanto que seja em Viseu que o primeiro-ministro tenha convocado um Conselho de Ministros extraordinário, para aprovar medidas de apoio às populações afetadas pelos incêndios. Generoso o governo, que sempre recorre aos fundos europeus, que são de evolução, mas teima em usar de remendos. Uma primeira conversa, para justificar o injustificável, agora que me chegam lágrimas…
Cidadãos que faltaram ao trabalho para defender as suas casas e os seus bens dos incêndios florestais podem ver as suas ausências serem consideradas injustificadas. Porém, no caso dos bombeiros voluntários a situação é diferente. Nos últimos dias, muitos cidadãos viram-se confrontados com a necessidade de defender as suas casas e os seus bens dos vários incêndios florestais, mas, por regra, as faltas ao trabalho para este fim não são justificadas, com exceção para os bombeiros voluntários. Aliás, “a lei distingue” precisamente as duas situações – a dos bombeiros voluntários e a dos cidadãos no geral – e, “no caso…
Os grandes fogos de junho e outubro de 2017 voltaram a preocupação dos portugueses para a necessidade urgente de prevenção dos incêndios. Cinco anos depois, o número de ignições diminuiu, mas a intensidade do fogo aumentou. Com as mudanças do clima, as chamas ganham força e os investigadores apelam a novas medidas de gestão territorial. No espaço de uma década, 2021 foi o ano em que se registaram menos incêndios em Portugal, mas os grande fogos de junho e outubro de 2017 não deixam esquecer o poder destrutivo das chamas. A região centro foi a mais afetada, com um saldo…
Ano após ano, chega o verão, o país transforma-se num braseiro e o discurso oficial repete-se como um sermão mal decorado. As serras incendeiam-se, o fumo sobe aos céus, e as instituições que juram “defender” os bombeiros surgem em palco, não para lhes dar o comando, mas para lhes segurar na trela, como se fossem meros figurantes num combate que conhecem melhor do que ninguém. Em teoria, defendem a bandeira da valorização dos bombeiros. Na prática, entregam o comando e a coordenação a outros, mantendo os que conhecem o terreno e a realidade na segunda fila, de braço no ar,…
Segundo análise do Portal Bombeiros.pt com base nos dados disponibilizados pelo IPMA, SpotWX, Tropical Tidbits e ANEPC, o incêndio que deflagrou na madrugada de 13 de agosto, na freguesia de Piódão (Arganil), mantém-se ativo e em progressão, mobilizando às 09h15 desta quinta-feira 914 operacionais, 300 veículos e 4 meios aéreos. O alerta foi dado pelas 05h08 e a ocorrência apresenta 5 frentes de grande extensão, alimentada por vegetação seca e topografia acidentada. Condições meteorológicas atuais e previstas A análise cruzada de modelos e observações confirma um cenário altamente desfavorável ao combate nas próximas horas: Vento: Direção predominante SE (Sudeste), com intensidade…
Só em Arganil estão mais de 800 bombeiros a combater as chamas, que há mais de uma semana não dão tréguas em Portugal Continental. Mas há mais concelhos a preocupar as autoridades, como Sátão e Cinfães. O fogo continua a não dar tréguas, esta quinta-feira, 14 de agosto, em Portugal Continental, assim como noutros países da Europa, como por exemplo Espanha, onde as chamas já mataram pelo menos três pessoas. Por cá, a madrugada foi intensa, com mais de 3 mil bombeiros no teatro de operações, auxiliados por centenas de meios terrestres. Neste momento há três grandes incêndios: Trancoso, Sátão…
O incêndio florestal que eclodiu na serra do Açor, no município de Arganil, no distrito de Coimbra, estendeu-se aos concelhos vizinhos de Oliveira do Hospital e de Seia (Guarda), disseram fontes naqueles locais. Em declarações à agência Lusa, cerca das 16:00, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, Francisco Rolo, disse que as chamas entraram durante a tarde de hoje no sul do território concelhio – que faz fronteira com Arganil – perto da localidade de Gramaça, mas na encosta da serra e não ainda junto àquela povoação. “O risco é subir a encosta e chegar à aldeia…
Viatura sinistrada é idêntica à que esteve envolvida no acidente que causou a morte a um bombeiro em Odemira e faz parte do lote das 81 adquiridas no âmbito do PRR e entregues à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Três bombeiros da corporação de Macedo de Cavaleiros sofreram ferimentos ligeiros na sequência de um despiste com um veículo de combate a incêndios, ao final desta manhã, em Nozelos (freguesia de Arcas em Macedo), quando se preparavam para regressar ao quartel. Tinham estado no combate a um incêndio que lavrava entre Vilarinho do Monte (Macedo de Cavaleiros) e Vilares…
O incêndio que começou na madrugada de hoje na freguesia de Piódão, estendeu-se à freguesia de Pomares, constituída por 12 aldeias, parte das quais está diretamente na linha de fogo, embora existam meios dos bombeiros nessas localidades. O presidente da Junta de Freguesia de Pomares, Amândio Dinis, disse à agência Lusa, pelas 13:30, que uma das frentes de chamas evoluiu do Piódão para as encostas junto das localidades de Porto Silvado e Sobral Magro: “Estão lá muitos bombeiros e essa parte [da defesa das povoações] está controlada, há é muito fumo. Em Sobral Magro ardeu tudo à volta, mas a…
Incêndios em Trancoso, Covilhã, Vila Real e Tabuaço reúnem o maior número de meios, mantendo dimensões significativas. Mais de 1700 bombeiros combatem as chamas no terreno. São quatro os grandes incêndios que lavram por esta altura em território nacional. As chamas em Freches, no concelho de Trancoso continuam a ceifar terreno, com pelo menos duas frentes de fogo ativas a darem trabalho aos operacionais no terreno. Às 6h40 contabilizavam-se 700 operacionais no terreno, apoiados por 225 meios terrestres. Na Covilhã, o incêndio que teve início em Sobral de São Miguel conta com 525 bombeiros no terreno e 167 meios terrestres.…
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