Autor: luis.andrade

É natural da Guarda e Licenciado em enfermagem, tendo obtido também uma pós-graduação em Urgência e Emergência Hospitalar e uma pós-licenciatura de Especialização em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria. Durante a frequência do curso de licenciatura em enfermagem, colaborou, como voluntário, na delegação da Guarda da Cruz Vermelha Portuguesa. Na atualidade exerce a profissão de enfermeiro no Funchal e integra a corporação dos Bombeiros Madeirenses, onde ocupa o posto de subchefe equiparado.

O documento que se segue é uma diretiva da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Esta Diretiva Operacional Nacional (DON) constitui-se como um instrumento de planeamento, organização, coordenação e comando operacional no quadro das ações de resposta a situações de emergência envolvendo agentes Nucleares, Radiológicos, Biológicos e Químicos (NRBQ) e ainda como documento de referência para os planos e diretivas das outras entidades públicas ou privadas da área da proteção e do socorro. Directiva Operacional Nacional Nº3 – NRBQ: Dispositivo integrado de operações nuclear, radiológico, biológico e químico As diretivas são instrumentos de planeamento, organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo…

Ler Mais

O documento que se segue é uma diretiva da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Esta Diretiva é subsidiária da DON n.º 1 – Dispositivo Integrado das Operações de Proteção e Socorro (DIOPS) da ANPC e atualiza a DON n.º 2/2012 da ANPC – DECIF, com base na legislação em vigor e nos contributos dos Agentes e Entidades que a integram, constituindo-se como uma plataforma estratégica e como um instrumento de planeamento, organização, coordenação e comando operacional. Desta forma, garante-se a arquitetura da estrutura de direção, comando e controlo, a forma como é assegurada a coordenação institucional, a regulação, a articulação…

Ler Mais

O documento que se segue é uma diretiva da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Esta Diretiva Operacional Nacional (DON) constitui-se como um instrumento de planeamento, organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo Integrado de Operações de Proteção e Socorro (DIOPS) e atualiza a DON nº 1/2009 da ANPC – DIOPS, com base na legislação recentemente publicada e nos contributos dos agentes que a integram, constituindo-se como documento de referência para os planos, diretivas ou ordens de operações de outras entidades públicas ou privadas da área da proteção e socorro. Pretende-se, ainda, que esta diretiva constitua um documento de divulgação generalizada…

Ler Mais

A apresentação que se segue foi apresentada na 7.ª Jornada de análise do incêndio de Famalicão da Serra, por Carlos G. Rossa. Se não mudarmos de direção é provável que acabemos no local para onde nos dirigimos. Esta direciona-se para: a motivação e desafios para combater os incêndios florestais em condições de segurança, a evolução sobre o desenvolvimento de regras para um combate seguro e, o protocolo MARCA. Desafios no combate aos incêndios florestais: Segurança As apresentações são muito frequentes no mundo profissional. Estas constituem-se como instrumentos facilitadores de aprendizagem em que o seu principal objetivo é informar sobre um…

Ler Mais

A apresentação que se segue foi apresentada na 7.ª Jornada de análise do incêndio de Famalicão da Serra, por David André Davim. A gestão eficiente do combate exige conhecimento e treino para o desenrolar das operações com eficácia e em segurança. Conhecimento sobre comportamento do fogo, sobre táticas de combate e sobre os procedimentos operacionais e, treino da aplicação das táticas e dos procedimentos operacionais. Esta direciona-se para: o Campbell Prediction System, as táticas de combate e o sistema de gestão das operações. Desafios no combate aos incêndios florestais: Gestão do combate As apresentações são muito frequentes no mundo profissional.…

Ler Mais

O Documento que se segue faz parte de um conjunto de Boletins da Autoridade Nacional de Protecção Civil. A Autoridade Nacional de Protecção Civil destaca que não são os mais fortes ou os mais inteligentes que sobrevivem, mas sim aqueles que têm maior capacidade de adaptação uma vez que o ambiente que nos envolve está em permanente mudança e todos têm de se adaptar. O que não muda, morre! É na adaptação que está parte da essência do conceito de resiliência. Territórios resilientes: Desafios para o séc. XXI Os Boletins informativos (ou newsletter em inglês) são um tipo de publicação…

Ler Mais

O documento é referente ao Plano Estratégico dos Recursos Humanos da Emergência Pré-Hospitalar do Ministério da Saúde ‐ Instituto Nacional de Emergência Médica. Esse aproveitamento é essencial para continuar a melhorar o serviço prestado aos cidadãos, permitindo salvar vidas e obter ganhos em saúde. É também muito importante, neste contexto, assegurar uma boa relação custo‐benefício das opções tomadas, elemento essencial para garantir a sustentabilidade do sistema. Os recursos humanos, na emergência pré‐hospitalar como em todo o sistema de saúde, são o elemento fulcral do funcionamento do INEM e do SIEM. Plano Estratégico dos Recursos Humanos da Emergência Pré-Hospitalar O Planeamento…

Ler Mais

O documento que se segue “Livro Aberto sobre o Sistema de Protecção e Socorro bem Portugal” foi elaborado pela Liga dos Bombeiros Portugueses. A Liga dos Bombeiros Portugueses pretende destacar este documento como um contributo sério e independente, inspirado pelos resultados de uma ampla análise sobre a calamidade dos incêndios florestais que assolaram o país no verão de 2003. Salienta que é importante dotar o país de um efetivo e coerente Sistema de prevenção e resposta a emergências, torna-se indispensável elaborar um corpo doutrinário adequado e dotá-lo dos correspondentes instrumentos legislativos e estruturais. A Liga dos Bombeiros Portugueses pretende também…

Ler Mais

O documento que se segue “Guia de Seguros e Fundos de Pensões” foi elaborado pelo Instituto de Seguros de Portugal. Este tem como objetivo principal esclarecer o leitor, em linguagem simples a acessível, acerca dos conceitos, tipos de contratos e procedimentos na área dos seguros e fundos de pensões. Procura transmitir a informação básica sobre seguros e fundos de pensões, ajudando o consumidor a compreender o essencial sobre estas matérias e apresentando, de um modo prático, os procedimentos inerentes às várias fases de um contrato de seguro ou da participação num fundo de pensões. Importa alertar para a circunstância de…

Ler Mais

O protocolo que se segue “Paediatric Manual Defibrillation Protocol (Zoll)” foi apresentado pelo Northern Territory Government, na Austrália, com vista a ser aplicado em crianças até aos 12 anos de idade. Este deve ser sempre utilizado com a supervisão de um médico. Paediatric Manual Defibrillator Protocol (zoll)  (Em Inglês) Os protocolos são métodos estandardizados que permitem a comunicação entre processos, isto é, permitem colocar um conjunto de regras e procedimentos na resposta a uma determinada situação.

Ler Mais