A Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda prestou uma sentida homenagem ao Comandante António Fernando Carvalho da Fonseca, assinalando a cessação das suas funções como Comandante Operacional Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Natural de Almeida, onde nasceu em 1958, […]
A Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda prestou uma sentida homenagem ao Comandante António Fernando Carvalho da Fonseca, assinalando a cessação das suas funções como Comandante Operacional Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
Natural de Almeida, onde nasceu em 1958, António da Fonseca construiu um percurso marcado pela dedicação ao serviço público e pela segurança das populações. Licenciado em Biologia pela Universidade de Lisboa, complementou a sua formação com estudos nas áreas da Educação e da Administração Social, bem como com diversas especializações no setor da proteção e socorro, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Iniciou a sua carreira profissional no ensino secundário, mas foi no âmbito dos bombeiros e da proteção civil que consolidou o seu percurso. Destaca-se o período em que liderou os Bombeiros Voluntários de Almeida durante cerca de uma década, evidenciando capacidades de liderança e organização.
Ao longo dos anos, desempenhou vários cargos de responsabilidade no então Serviço Nacional de Bombeiros e na Autoridade Nacional de Proteção Civil, incluindo funções como Inspetor, Coordenador Distrital e Comandante Operacional Distrital da Guarda durante mais de dez anos, terminando agora o seu percurso como Comandante Sub-Regional.
A nível internacional, integrou formações e missões humanitárias, nomeadamente em Timor-Leste, ao serviço das Nações Unidas, contribuindo para a projeção de Portugal no exterior.
O seu trajeto profissional foi reconhecido com várias distinções, refletindo o mérito, a dedicação e o compromisso demonstrados ao longo de décadas.
Para a Federação, o fim destas funções marca não apenas o encerramento de um ciclo, mas também o reconhecimento de um legado relevante no sistema de proteção civil em Portugal.
Fonte: Sapo.PT

