Carta anónima enviada para o «Boca» d’Incêndio revela que em muitos quartéis de bombeiros os pretendentes à carreira de Oficial-Bombeiro são obrigados a fazer juramentos de fidelidade eterna e a assinar contratos de obediência.
O tema não é novo, nem desconhecido nos quartéis de Norte a Sul do país, mas, desta vez, ganhou contornos surreais e doentios. Uma carta enviada ao «Boca» d’Incêndio, e assinada por um grupo de bombeiros que pretende ficar anónimo, revela que um conjunto de Comandantes exigiu aos seus homens que, caso quisessem candidatar-se à carreira de Oficial-Bombeiro, lhe jurassem obediência eterna e que assinassem um contrato que os deixaria obrigados a fazer tudo o que o Comandante quisesse.
Sabe o «Boca» d’Incêndio que os Comandantes envolvidos têm antecedentes relacionados com actividades mágicas e bruxarias em Vilar de Perdizes e que já antes tinham sido suspensos pelo respectivo CODIS por terem efectuado um pacto, assinado com o próprio sangue, para efectuarem serviço no respectivo CDOS.
Quanto aos pretendentes a Oficiais- Bombeiros, já iniciaram contactos com o professor Caramba para combater eventuais represálias Voodoo destes Comandantes.
