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- Incêndios florestais na Argélia causam pelo menos 12 mortos
Autor: Bombeiros.pt
Pelo menos 12 pessoas morreram e 54 ficaram feridas na sequência de incêndios florestais que atingiram várias províncias da Argélia durante uma vaga de calor extremo.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou o desaparecimento de quatro portugueses na sequência de uma inundação que atingiu o Nepal e o Tibete. As autoridades procuram mais de 1.300 pessoas.
Dezenas de concelhos do interior Norte e Centro estão sob perigo máximo de incêndio. O IPMA prevê chuva fraca e descida das temperaturas, mais acentuada nas máximas.
Cinco bombeiros sofreram ferimentos ligeiros no incêndio que lavra em Alijó, no distrito de Vila Real. Três foram assistidos no local e dois transportados para o Hospital de Vila Real.
Dois homens morreram na manhã de quarta-feira após a queda de uma grua de grandes dimensões na Rua D. Inês de Castro, em Belas. Um terceiro trabalhador sobreviveu e três viaturas ficaram danificadas.
O incêndio que deflagrou em Bouceguedim, Arouca, tinha três frentes ativas durante a tarde e mantinha quatro aldeias na linha de fogo. Estavam mobilizados 419 operacionais, 130 viaturas e três meios aéreos.
O incêndio que começou em Torre de Moncorvo e alastrou a Carrazeda de Ansiães mobilizava 491 operacionais e 160 meios terrestres. Uma frente ativa de difícil acesso preocupava as autoridades.
Três bombeiros voluntários de Arouca ficaram gravemente feridos e outro sofreu ferimentos ligeiros após o despiste de um veículo de combate a incêndios, em Pedrógão, durante uma ocorrência de fogo florestal.
Os incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Arouca e Santo Tirso mobilizavam mais de 900 operacionais ao início da tarde de 18 de agosto, segundo a informação disponibilizada pela ANEPC.
O incêndio florestal que deflagrou em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, mantinha três frentes ativas em Arouca às 12:30 de terça-feira, envolvendo 311 operacionais, 97 viaturas e cinco aeronaves.
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