Bombeiros Voluntários do Concelho de Espinho com mais cinco profissionais permanentes

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imagem: EspinhoTV

Os Bombeiros Voluntários do Concelho de Espinho têm mais cinco efetivos no seu corpo profissional, revelou hoje o comando da corporação, que dispõe agora de três equipas de intervenção permanente, todas parcial ou totalmente financiadas pelo município.

Em causa está a “profissionalização dos serviços operacionais mínimos” do primeiro corpo de bombeiros português a resultar de uma fusão entre duas corporações anteriormente existentes.

“Entrou hoje em funcionamento a 3.ª Equipa de Intervenção Permanente (EIP-3), cujo pessoal será mantido, à semelhança da EIP-2, pelo Município de Espinho – que suporta ainda, em partes iguais com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, a EIP-1”, revela o comando da corporação em comunicado.

Segundo a corporação, “a Brigada de Intervenção Permanente composta pelas EIP-1, EIP-2 e EIP-3 garante a partir de hoje a primeira resposta em operações de socorro entre as 08:00 e as 24:00, 365 dias por ano”.

A terceira Equipa de Intervenção Permanente irá, assim, contribuir para uma “melhor capacitação da resposta às crescentes necessidades da população em matéria de proteção e socorro”, sobretudo no período diurno, “quando os bombeiros voluntários estão menos disponíveis”.

Além dessa Brigada de Intervenção Permanente, o corpo de bombeiros de Espinho dispõe ainda de uma Brigada de Emergência Pré-Hospitalar, composta por 11 profissionais para assegurar

Criada em 2015 após a fusão entre os Bombeiros Voluntários Espinhenses e os Bombeiros Voluntários de Espinho, a corporação atual dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Espinho integra 89 operacionais, dos quais 46 voluntários e 43 profissionais.

Entre esses últimos contam-se seis técnicos afetos à equipa de transporte de doentes não-urgentes e outros 11 profissionais reservados para a Brigada de Emergência Pré-Hospitalar, que assegura “a primeira e segunda linhas de ambulâncias de socorro, inclusive a protocolada com o Instituto Nacional de Emergência Médica, entre as 07:00 e as 24:00, 365 dias por ano”.

No primeiro trimestre de 2018, esse corpo global de voluntários e profissionais respondeu a “mais de 888 pedidos de socorro”, entre os quais 15 incêndios em estruturas, equipamentos ou veículos, 12 incêndios rurais, nove ocorrências provocadas pelo mau tempo, 27 acidentes rodoviários e 728 outras emergências pré-hospitalares”.

Para dar resposta a essas solicitações, a central de comunicações da corporação funciona 24 horas por dia com quatro profissionais.

O trabalho noturno em específico é assegurado “integralmente em regime voluntário”, com recurso a um número médio diário de nove a dez bombeiros.

DN




Sobre quem enviou a noticia

Ana Romaneiro

Ana Romaneiro

Nasceu em Évora onde cresceu e estudou. Desde muito cedo que partilha o gosto pela informática, que, a levou a tirar um curso profissional técnico de Gestão de Sistemas Informáticos, profissão que exerce na atualidade. A sua ligação aos bombeiros surge aos 13 anos ao entrar na fanfarra dos Bombeiros de Évora, onde permaneceu até 2013. Na atualidade integra a corporação os Bombeiros de Reguengos de Monsaraz, no posto de bombeira de 2º.