Viaturas de emergência do INEM melhoram operacionalidade

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O Centro Hospitalar de Lisboa Central ficou entre as sete melhores unidades do país, em Julho, sem qualquer minuto de inoperacionalidade das VMER. Já o Centro Hospitalar do Algarve figura entre as piores.

A taxa de operacionalidade das 42 viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) existentes em todo o país melhorou desde o início do ano e chegou aos 98,1% em Julho, revelou o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). 

O Centro Hospitalar de Lisboa Central ficou entre as sete melhores unidades do país nesta matéria, durante o mês de Julho, sem qualquer minuto de inoperacionalidade das VMER, ao passo que o Centro Hospitalar do Algarve figura entre as piores, com 118 horas de inoperacionalidade, no mesmo período. 

Queixas relacionadas com casos de viaturas paradas levaram a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) a abrir um processo de averiguações “sobre a inoperacionalidade das VMER” e o Ministério da Saúde a publicar em Abril um despacho com vista a reforçar as regras e a gestão de recursos humanos que garantam a “operacionalidade permanente” dos meios de emergência pré-hospitalar. 

Segundo os dados do INEM, citados pela Lusa este sábado, entre Janeiro e Julho a taxa de inoperacionalidade caiu para menos de metade, de 3,9% para 1,9%. 

“As 42 VMER reduziram os períodos de inoperacionalidade para apenas 597 horas, de um total de 31.248 horas possíveis de actividade durante o mês de Julho”, sublinha o INEM em comunicado. 

A taxa de inoperacionalidade de 1,9% verificada no mês passado deveu-se a falta de tripulação (1,6%) e a outros motivos como avaria, acidente, reposição de material e equipamento (0,3%). 

Para esta melhoria contribuiu o “acompanhamento que o INEM está a fazer destes dados, fazendo-os chegar constantemente aos hospitais, reunindo-se com os mesmos, motivando para a necessidade de manterem as VMER operacionais”, bem como o próprio despacho da tutela que “veio atribuir ao director do serviço de urgência dos hospitais uma maior responsabilização sobre o funcionamento das viaturas”. 

Os melhores e os piores 
As sete melhores unidades, sem qualquer minuto de inoperacionalidade em Julho, foram os centros hospitalares Lisboa Central, Médio-Tejo e do Oeste, assim como os hospitais de Viseu, Leiria, Castelo Branco e Aveiro. 

Os sete piores do mesmo mês foram os hospitais de Chaves (com mais de 155 horas de inoperacionalidade), Santarém (61 horas), Barcelos (54 horas), Portalegre (mais de 40 horas), Matosinhos (40 horas), Vila Real (20 horas) e o Centro Hospitalar do Algarve (118 horas).

FONTE: RR

 

 




Sobre quem enviou a noticia

Sérgio Cipriano

Sérgio Cipriano

Natural de Gouveia e licenciado em Comunicação Multimédia pelo Instituto Politécnico da Guarda. Ingressou nos bombeiros com apenas 13 anos de idade e hoje ocupa o cargo de sub-chefe. É um dos fundadores da Associação Amigos BombeirosDistritoGuarda.com e diretor de informação do portal www.bombeiros.pt, orgão reconhecido pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social.