Simulacro de incêndio testou os meios de socorro em Amarante

0

13655.bigUm simulacro de incêndio decorreu na extensão de Vila Meã da Biblioteca Municipal e nos Serviços Administrativos Desconcentrados, a 17 de fevereiro. A iniciativa foi realizada no âmbito do Plano de Prevenção e Emergência Interno e teve início pelas 10h00. A operação demorou quase uma hora e no final o balanço foi positivo.

A planificação do exercício contou com a colaboração da Divisão de Cultura e Património Cultural da Câmara Municipal de Amarante, da Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho e do Serviço Municipal de Proteção Civil. Os Bombeiros Voluntários de Vila Meã estiveram também envolvidos na atividade.

Hélder Ferreira, comandante municipal da Proteção Civil da Câmara de Amarante, explicou que “o exercício consistiu na simulação de um incêndio no quadro do edifício. Todos os procedimentos foram cumpridos. Para a operação, contamos com a intervenção da Corporação de Bombeiros. Estiveram envolvidos dois veículos: um veículo VFCI – Veículo Florestal de Combate a Incêndio e uma VCOT – Viatura de Comando e Operações Táticas e ainda a viatura da Proteção Civil Municipal. Cinco operacionais e o comandante dos bombeiros estiveram no terreno com a Equipa de Intervenção Permanente – EIP”.

Todos os colaboradores da autarquia e utilizadores do espaço estiveram também envolvidos na ação. “Podemos dizer que o simulacro decorreu com sucesso. Na verdade, estes testes são fundamentais porque, além de decorrerem de uma necessidade legal, servem também para testarmos procedimentos internos. Tratando-se de um edifício aberto ao público em geral, estas ações revestem-se ainda de mais importância. A operação serviu também para testar a articulação e as operacionalidades dos agentes envolvidos. Um exercício crucial para sermos mais eficientes e eficazes em situações reais”, concluiu.

No final da atividade foi feito um briefing de avaliação pelos bombeiros, pelo serviço municipal de proteção civil e pelos serviços de Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho. Terminado o exercício houve lugar para a formação prática de revisão da correta utilização de extintores.

O comandante Carvalho Ferreira sublinhou a importância deste tipo de exercícios, mostrando “total disponibilidade” para futuras intervenções. “Foi muito positivo este exercício e correu muito bem”, avaliou o comandante, considerando que é importante que o plano de evacuação tenha em consideração o facto de o espaço ser frequentado por diversas faixas etárias, o que obriga a cuidados específicos. Em situações reais, “a principal preocupação é com as vítimas. Logo de seguida, temos que estabelecer o contacto com o responsável pela segurança do edifício para saber se já desligou a eletricidade e, por último, localizar o foco de incêndio. O pânico é o principal inimigo neste tipo de situações. Nesse sentido, o reconhecimento do terreno deixa os bombeiros mais preparados para situações reais”, mencionou o comandante, em jeito de balanço da operação.

FONTE: averdade.com

Sobre o autor

Pedro Fonseca

Pedro Fonseca

É natural e residente em Gouveia, a sua vida profissional está ligada nestes últimos 17 anos à área de consultadoria em seguros. Em 2013 foi fundador da empresa LICATEL - Soluções em Telecomunicações onde é sócio/gerente. Desde tenra idade ingressou nas camadas jovens dos Bombeiros de Gouveia tendo permanecido alguns anos nos quadros, ultimamente passou pela Direcção da referida Instituição dinamizando a área de comunicação e imagem. Frequentou a licenciatura em Gestão de Marketing no IPAM de Aveiro. Passou por diversas Associações de Gouveia dando o seu contributo.