Governo quer atribuir pensão a família de bombeira que morreu atropelada

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O Ministério da Administração Interna decidiu qualificar o ato praticado por Catarina Pedro, a bombeira que morreu atropelada na A5 enquanto prestava auxílio às vítimas de um acidente, como um ato humanitário ou de dedicação à causa pública.

“Foi formalmente dado início ao processo para a eventual concessão de pensão por serviços excecionais e relevantes prestados ao país”, revelou o ministério liderado por Eduardo Cabrita.

Catarina Pedro, do Corpo de Bombeiros de Carnaxide, morreu este sábado, vítima de atropelamento na A5. A bombeira estava de folga, mas tentou ajudar as vítimas de um acidente.

Esta terça-feira, o JN tinha noticiado que Catarina Pedro, 31 anos, podia não ter direito ao seguro que cobre o trabalho dos bombeiros, porque a bombeira não estava ao serviço.

Hoje, o ministério anunciou que ter proferido um “despacho qualificando o ato praticado por Catarina Pedro como ato humanitário ou de dedicação à causa pública”, abrindo a porta ao apoio consagrado no Decreto-Lei n.º 466/99.

“Após instrução do processo administrativo, este será enviado à Procuradoria-Geral da República, para parecer, dependendo a concessão da pensão de posterior despacho do Governo, nos termos do referido diploma legal.”, conclui a tutela.

Fonte: Jornal de Noticias

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Paulo Reis

É natural e residente em Esmoriz, a sua vida profissional está ligada à indústria automóvel nestes últimos 25 anos como CAD Designer. É um dos fundadores da Rádio Voz de Esmoriz, onde apresentou o programa de rádio “Bombeiros em Missão”. Está ligado desde tenra idade aos Bombeiros de Esmoriz onde fez parte da orquestra do Grupo Cénico e hoje, ocupa o posto de Subchefe. Foi responsável pelo Grupo de Comunicação & Imagem dos BV Esmoriz e integrou a equipa do portal bombeirosdeportugal.com. É o responsável do Departamento de Relações Públicas do portal Bombeiros.pt