Fundos comunitários permitiram investimento global de 50 milhões nos bombeiros

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O Ministério da Administração Interna anunciou esta terça-feira que houve um investimento global de 50 milhões de euros nos bombeiros, com uma comparticipação comunitária de 45 milhões.

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou esta terça-feira que houve um investimento global de 50 milhões de euros nos bombeiros, com uma comparticipação comunitária de 45 milhões.

O MAI refere que o setor passou de quatro candidaturas a fundos aprovadas, em avisos de 2015, para 140 candidaturas aprovadas, nos avisos de 2016 e que, através do aviso que foi lançado em 2016, foram aprovadas 68 candidaturas, sobretudo para a ampliação e remodelação de quartéis de bombeiros, com um investimento global de 29 milhões de euros.

Segundo um comunicado do MAI, no aviso para aquisição de viaturas para combate a incêndios florestais, também aberto em 2016, foram aprovadas 69 candidaturas, correspondendo a um investimento global de 10 milhões de euros e a uma comparticipação de 7,5 milhões de euros.

“Estão a ser também aplicados cerca de cinco milhões de euros de fundos comunitários na construção de Comandos Distritais de Operações de Socorro e de Bases de Apoio Logístico, bem como na construção de instalações e na aquisição de viaturas para o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR e para a Força Especial de Bombeiros da Autoridade Nacional da Proteção Civil(ANPC).

A estas comparticipações, sublinha o MAI, acrescem cerca de sete milhões de euros no âmbito da criação de redes da floresta contra incêndios. Por outro lado, a execução dos projetos até dezembro de 2017 permitirá, ainda de acordo com o MAI, uma majoração de 10% no montante da comparticipação comunitária. Em maio do ano passado, o MAI havia anunciado dois concursos, no valor de 12 milhões de euros, para renovação e construção de quartéis de bombeiros e aquisição de veículos.

Observador

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Ana Romaneiro

Ana Romaneiro

Nasceu em Évora onde cresceu e estudou.
Desde muito cedo que partilha o gosto pela informática, que, a levou a tirar um curso profissional técnico de Gestão de Sistemas Informáticos, profissão que exerce na atualidade.
A sua ligação aos bombeiros surge aos 13 anos ao entrar na fanfarra dos Bombeiros de Évora, onde permaneceu até 2013. Na atualidade integra a corporação os Bombeiros de Reguengos de Monsaraz, no posto de bombeira de 2º.