Faltam profissionais nas viaturas de emergência médica

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“O número de profissionais com esta preparação é muito pequeno para as necessidades”, admite o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo. No domingo, a falta de um profissional impediu o socorro a duas pessoas, que acabaram por morrer.

O número de profissionais com formação específica para operar nas viaturas médicas de emergência rápida (VMER) é pequeno para as necessidades e nem sempre estão disponíveis, dado essa não ser a sua única actividade.

“Os técnicos têm de ter uma formação específica e nem sempre estão disponíveis”, afirma à Renascença o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo.

Esta é um das justificações apresentadas para as falhas no socorro a duas vítimas encarceradas num acidente, em Reguengos de Monsaraz, no domingo.

Um dos profissionais da VMER adoeceu e não foi possível substituí-lo, pelo que foram chamados os bombeiros, de modo a garantir o transporte ao hospital. Os feridos acabaram por morrer.

“O número de profissionais com esta preparação é muito pequeno para as necessidades. Se tivéssemos mais profissionais com esta formação específica teríamos uma disponibilidade maior”, acrescenta José Robalo.

FONTE: RR

 

 

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Sérgio Cipriano

Sérgio Cipriano

Natural de Gouveia e licenciado em Comunicação Multimédia pelo Instituto Politécnico da Guarda. Ingressou nos bombeiros com apenas 13 anos de idade e hoje ocupa o cargo de sub-chefe. É um dos fundadores da Associação Amigos BombeirosDistritoGuarda.com e diretor de informação do portal www.bombeiros.pt, orgão reconhecido pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social.