Combate aos incêndios tem mais meios a partir de hoje

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formatura incêndio florestal_MG_1319Comandante nacional de operações da protecção civil admite que 2015 será um ano mais complicado para os bombeiros.

Com o início da fase “Bravo”, segunda fase, o contexto do combate aos incêndios muda por completo. O sistema deixa de funcionar apenas com base na disponibilidade dos mais de 450 corpos de bombeiros e passa a estar enquadrado pelo dispositivo anualmente montado para actuar no período mais crítico.

Aparecem outros níveis de organização e de prontidão, mas sobretudo os meios – humanos e materiais – que passam a estar afectos especificamente a esta missão.

Também muda o facto dos bombeiros escolhidos passarem a receber 45 euros por dia deixando de estar em regime de voluntariado.

No mês e meio que dura a fase “Bravo” – até 30 de Junho – estarão ao serviço dois terços do total de meios que serão usados mais tarde, na fase “Charlie”.

Ou seja, mais de 6.500 operacionais de várias entidades, mais de 700 equipas de combate e 34 meios aéreos.

O comandante nacional de operações da protecção civil admite que 2015 será um ano mais complicado para os bombeiros, não só porque será difícil fazer melhor que 2014, mas também por aquilo que já se viu nos primeiros quatro meses do ano.

Em declarações à Renascença, José Manuel Moura diz ter o dispositivo pronto e na máxima força e que o seu grande objectivo do ano é evitar baixas no dispositivo.

Questionado sobre o facto das estatísticas dizerem que em ano de eleições costuma haver mais incêndios, o comandante nacional de operações diz que também conhece esses números, mas que não trabalha a pensar neles.

(Fonte:RR)

 




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Daniel Rocha

Daniel Rocha

Nasceu na Guarda, mas foi em Famalicão da Serra que cresceu e conheceu o mundo dos bombeiros integrando o corpo activo. É Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, e possui um Curso de Especialização em Ensino de Português como Língua Estrangeira e Língua Segunda (PLELS), ambos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC). Para além da vida de professor, dedica-se a muitas outras actividades, entre as quais o teatro e a escrita, tendo publicado com alguma regularidade desde 2011. A sua ligação e gosto pelo mundo da imprensa levaram-no a ser colaborador da Rádio Altitude (Guarda) e do jornal Notícias de Gouveia (Gouveia).