Bombeiros vão receber aumento mínimo de 3% no orçamento

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Imagem Ilustrativa

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Garantia foi dada pelo secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida.

As corporações de bombeiros do país vão receber um aumento mínimo de 3% no orçamento deste ano para ajudar a recuperar o equilíbrio financeiro, disse esta quinta-feira o secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, durante uma visita ao município de Mação, no distrito de Santarém.

“Esta era uma reclamação de há muitos anos dos bombeiros e através desta lei [de financiamento das associações humanitárias detentoras de corpos de bombeiros] vamos, não só clarificar as regras de atribuição de dinheiro aos bombeiros portugueses, como aumentar aquela que é a contribuição anual para todas as corporações do país.”

As declarações surgem na sequência da aprovação de um reforço de três milhões de euros para as corporações de bombeiros no âmbito de uma nova lei que foi discutida, na quarta-feira, na Assembleia da República.

“Considerando que, com os novos critérios, umas corporações iriam receber mais e outras receber menos, pusemos uma cláusula na lei que vai permitir que todas as corporações de bombeiros recebam, pelo menos, mais 3% este ano.”

“Isso é essencial”, vincou João Almeida, tendo feito notar que “é necessária justiça na distribuição das verbas, mas também é preciso um apoio extraordinário, neste momento, para que todas as corporações possam recuperar o seu equilíbrio financeiro”.

João Almeida referia-se à proposta de lei de financiamento das associações humanitárias detentoras de corpos de bombeiros, que prevê “um aumento médio de 12%” do orçamento para estas entidades, o que equivale “a cerca de três milhões de euros.

Esta proposta de lei foi aprovada já em Conselho de Ministros, tendo sido discutida, esta semana, no parlamento.

A ministra da Justiça, Anabela Rodrigues, referiu, a este propósito, que “mais do que uma decisão com caráter operacional”, este reforço financeiro é “uma medida de inteira justiça” que permitirá que o financiamento se faça de forma estável e previsível, baseado em critérios objetivos e predefinidos”.

(fonte: TVI24)

 

 




Sobre quem enviou a noticia

Mónica Costa

Mónica Costa

É natural de Tabuaço, licenciada em Comunicação e Relações Económicas e Mestre em Marketing e Comunicação. Foi jornalista na Rádio F até 2013 e apesar de nunca ter estado diretamente ligada ao mundo dos bombeiros, acompanhou sempre com um enorme respeito e admiração o seu trabalho. Na atualidade integra a equipa da Direção informativa do portal bombeiros.pt.