Incêndio em Paris causa morte de cinco crianças

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Incêndio em Paris provocou morte de cinco criançasO número de mortos causado por um incêndio que deflagrou no sábado à noite (30 de Março) num edifício antigo de Aubervilliers, em Paris, aumentou para cinco, todos crianças entre os 2 e os 10 anos, anunciaram, este domingo, as autoridades locais.

Segundo o autarca local, o incêndio foi “provavelmente acidental” e queimou uma casa em Saint-Quentin (no Norte de França), tendo o pai da família ficado ligeiramente queimado.

O alerta de fogo foi dado pelos vizinhos, tendo o pai — um homem separado da ex-mulher que tinha consigo os cinco filhos durante o fim de semana — saltou do primeiro andar do edifício cheio de fumo quando se apercebeu do incêndio.

À chegada dos bombeiros, o homem avisou que os seus filhos continuavam dentro da casa apesar desta se encontrar cheia de fumo e em risco de desmoronar.

Os bombeiros acabaram por descobrir os cinco corpos das crianças, “mortas por asfixia”, indicou a mesma fonte.

“É uma pequena casa que se incendiou ainda por razões desconhecidas, mas aparentemente por acidente”, disse à AFP.

No entanto, um morador relatou aos jornalistas daquela agência de notícias que tinha havido uma zaragata entre os ocupantes do edifício, tendo sido lançado um “cocktail Molotov”.

A ministra da Habitação, Cécile Duflot, deslocou-se ao local do acidente, e fez o balanço inicial à imprensa de dois mortos, cinco feridos graves e nove ligeiros.

Embora algumas testemunhas tenham invocado a insegurança do edifício de sete andares, a ministra classificou o imóvel dos anos 1920 como sendo “antigo”, mas sem apresentar “nenhum risco em particular.”

Cerca de 60 pessoas estavam no edifício no momento do incêndio, que começou às 20.10 (21 horas em Portugal continental) no terceiro andar e se propagou ao quarto andar, de acordo com o autarca.

Cerca de 200 bombeiros acorreram ao local e o fogo foi extinto cerca de 23.45 horas locais.

Fonte: Jornal de Noticias




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luis.andrade

luis.andrade

É natural da Guarda e Licenciado em enfermagem, tendo obtido também uma pós-graduação em Urgência e Emergência Hospitalar e uma pós-licenciatura de Especialização em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria. Durante a frequência do curso de licenciatura em enfermagem, colaborou, como voluntário, na delegação da Guarda da Cruz Vermelha Portuguesa. Na atualidade exerce a profissão de enfermeiro no Funchal e integra a corporação dos Bombeiros Madeirenses, onde ocupa o posto de subchefe equiparado.