Combate a Incêndios Florestais

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13.CombateaIncendiosFlorestaisO Documento que se segue faz parte do Manual de Formação Inicial do Bombeiro da Escola Nacional de Bombeiros.

Nas últimas décadas, o abandono dos campos conduziu a um forte acréscimo do risco de incêndio, que conjugado com outros fatores aumentou a probabilidade de se verificarem incêndios de grandes proporções.

A estes três elementos (combustível, comburente e energia de activação), necessários para que se inicie a combustão e que constituem o triângulo do fogo, associa-se um quarto – a reacção em cadeia – que permite a manutenção e o desenvolvimento de uma combustão com presença de chamas e que integra o tetraedro do fogo.

Um fogo florestal define-se pela combustão controlada de materiais combustíveis existentes nas áreas florestais. São exemplos os fogos controlados e as queimadas rurais destinados a reduzir o volume do combustível (mato, restolho…).

Um incêndio florestal é a combustão, sem controlo no espaço e no tempo, dos materiais combustíveis existentes nas áreas florestais.

O objetivo deste manual consiste no estudo dos fatores que determinam o comportamento dos incêndios florestais e seu desenvolvimento, bem como os meios, táticas e procedimentos de segurança mais utilizados no seu combate.

Combate a Incêndios Florestais

Os Manuais permitem aprofundar a informação habitualmente contida em outros guias, catálogos e publicações técnicas editadas.




Sobre quem enviou a noticia

luis.andrade

luis.andrade

É natural da Guarda e Licenciado em enfermagem, tendo obtido também uma pós-graduação em Urgência e Emergência Hospitalar e uma pós-licenciatura de Especialização em Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria. Durante a frequência do curso de licenciatura em enfermagem, colaborou, como voluntário, na delegação da Guarda da Cruz Vermelha Portuguesa. Na atualidade exerce a profissão de enfermeiro no Funchal e integra a corporação dos Bombeiros Madeirenses, onde ocupa o posto de subchefe equiparado.