Incêndio em Vila Nova de Cerveira aguarda apoio aéreo “a todo o momento”

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14De acordo com o comandante da Proteção Civil Pedro Araújo, que falou esta manhã à RTP, trata-se de “um incêndio que está em zona de difícil acesso aos meios terrestres”.

Um incêndio que lavra em Reboreda e Nogueira, concelho de Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo, está neste momento a ser combatido por 61 operacionais, apoiados por 17 meios terrestres. É esta a única ocorrência significativa listada no site da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC). O incêndio está em curso desde o fim da tarde desta segunda-feira.

De acordo com o comandante da Proteção Civil Pedro Araújo, que falou esta manhã à RTP, trata-se de “um incêndio que está em zona de difícil acesso aos meios terrestres”, pelo que se aguarda “a todo o momento” a chegada de um meio aéreo. O responsável explicou que “as condições meteorológicas estão favoráveis ao combate do incêndio”, e que “a zona afetada não tem habitações”.

A Proteção Civil destaca como “ocorrências importantes”, em que inserem os incêndios de grandes dimensões, aqueles com duração superior a três horas e com mais de 15 meios de proteção e socorro envolvidos, mas apenas contemplam os incidentes do continente, já que as regiões autónomas têm serviços próprios nesta área.

A informação disponível na página da Proteção Civil, pelas 8h56, refere a existência de 22 fogos em todo o país que são combatidos por 1.202 operacionais e 399 meios terrestres, sendo Aveiro o distrito com mais situações (quatro), concentrando o maior dispositivo (848 elementos e 293 meios).

Para já, não se verificam mais situações graves, e Vila Nova de Cerveira é “o incêndio que neste momento está a merecer as atenções da ANPC é este mesmo”, explica o comandante Pedro Araújo.

Em São Pedro do Sul, a Proteção Civil encontra-se “a acompanhar a evolução das operações de consolidação do rescaldo e de vigilância ativa”.

Fonte: Observador

Sobre o autor

Ana Romaneiro

Ana Romaneiro

Nasceu em Évora onde cresceu e estudou. Desde muito cedo que partilha o gosto pela informática, que, a levou a tirar um curso profissional técnico de Gestão de Sistemas Informáticos, profissão que exerce na atualidade. A sua ligação aos bombeiros surge aos 13 anos ao entrar na fanfarra dos Bombeiros de Évora, onde permaneceu até 2013. Na atualidade integra a corporação os Bombeiros de Reguengos de Monsaraz, no posto de bombeira de 2º.