Governo estuda possibilidade de “abate e venda” do Kamov acidentado desde 2012

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O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, disse hoje que está a ser estudada a possibilidade de “abate e venda” do helicóptero kamov de combate a incêndios florestais, acidentado desde 2012.

Na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, Jorge Gomes adiantou que uma das possibilidades a estudar e trabalhar passa pelo “abate e venda” do helicóptero pesado do Estado, que sofreu um acidente em 2012, durante o combate a um incêndio florestal.

O secretário de Estado adiantou que a reparação deste Kamov “é muita complicada”.

Dos seis helicópteros Kamov da frota do Estado, apenas três estão aptos para voar, estando dois inoperacionais e outro acidentado desde 2012.

O secretário de Estado afirmou que os dois Kamov inoperacionais, um desde 2015 e outro desde 2013, estão a ser reparados com o objetivo de integrar o dispositivo de combate a incêndios florestais (DECIF) de 2017.

Sublinhou, no entanto, que, se “o processo de reparação for rápido”, ainda podem integrar o DECIF deste ano.

Jorge Gomes esclareceu que, dos três helicópteros Kamov operacionais, um deles está neste momento em processo de manutenção, devendo integrar o dispositivo de combate a incêndios a 15 de maio.

Segundo o secretário de Estado, o DECIF deste ano vai contar com os três helicópteros pesados, num total de 47 meios aéreos.

Aos deputados, Jorge Gomes anunciou ainda que vai ser lançado, em maio, um concurso de cinco milhões de euros com fundos comunitários, destinados a veículos dos bombeiros voluntários, no qual se incluem os carros que arderam no combate aos fogos do ano passado.

O secretário de Estado avançou ainda que, também em maio, vai ser lançado um outro concurso, no valor de sete milhões de euros, para construção e renovação dos quartéis dos bombeiros.

Fonte: Lusa

Sobre o autor

Ana Romaneiro

Ana Romaneiro

Nasceu em Évora onde cresceu e estudou. Desde muito cedo que partilha o gosto pela informática, que, a levou a tirar um curso profissional técnico de Gestão de Sistemas Informáticos, profissão que exerce na atualidade. A sua ligação aos bombeiros surge aos 13 anos ao entrar na fanfarra dos Bombeiros de Évora, onde permaneceu até 2013. Na atualidade integra a corporação os Bombeiros de Reguengos de Monsaraz, no posto de bombeira de 2º.